O problema real dos lojistas hoje (e por que o dinheiro passa e não entra)

A maioria dos lojistas de moda trabalha muito…
mas conversa pouco com quem realmente compra.

Na prática, o cenário é este:

  • Usam listas velhas de clientes (quando têm lista)

  • Abordam sem critério e acabam soando carentes

  • Travam no follow-up por medo de incomodar

  • Ouvem “vou ver” e desaparecem

  • Apostam em volume, quando o jogo real é perfil

O resultado não é falta de venda.
É fluxo instável, dependência de sorte
e cliente de alto poder de compra passando pela vitrine — e não entrando.


O ponto que ninguém fala: cliente premium não sumiu

Clientes de médio e alto padrão continuam comprando.
Continuam gastando.
Continuam investindo em imagem.

O que mudou é simples:
eles não compram de qualquer loja
e não respondem a qualquer abordagem.

Esse cliente:

  • Não reage a improviso

  • Não entra em loja sem coerência

  • Não compra onde tudo parece igual

  • Percebe rápido quando a loja não foi pensada para ele

E aqui está o erro estratégico mais comum:

👉 Querer vender caro com mix popular.
👉 Querer status com vitrine confusa.
👉 Querer cliente premium sem marcas premium e semipremium sustentando a narrativa da loja.


Cliente premium exige método, não tentativa

Enquanto muitos lojistas apostam em:

  • Post aleatório

  • “Oi, tudo bem?” no WhatsApp

  • Promoção genérica

  • Esperança

Outros já entenderam que prospecção não é sorte.
É leitura de comportamento, posicionamento e acesso certo.

Esses clientes existem.
Circulam em ambientes específicos.
Deixam sinais claros para quem sabe observar.

A maioria não erra por falta de esforço.
Erra porque nunca aprendeu onde olhar, como filtrar e como se posicionar para esse público.


Quando o jogo vira

Quando o lojista entende:

  • Onde estão os clientes Que pagam mais

  • Como eles escolhem marcas

  • Por que certas lojas atraem e outras repelem

  • E qual mix sustenta uma percepção premium

Ele para de correr atrás de venda
e começa a ser escolhido.

Aqui o foco deixa de ser quantidade
e passa a ser qualidade de cliente, ticket e recorrência.


🧲 Marcas premium são o atalho da prospecção certa

Lojista que tenta prospectar cliente premium sem marcas premium está fazendo força errada.

No alto padrão, a marca vem antes da conversa.

Ela:

  • Abre portas

  • Gera curiosidade

  • Legitima o convite

  • Reduz objeção antes do primeiro contato

Cliente que compra moda premium não avalia só o produto, ele avalia o nível da loja\rede social
E esse nível é comunicado, principalmente, pelas marcas que estão ali dentro.

Marcas premium funcionam como:

  • Sinal social (“esse lugar é pra mim”)

  • Filtro natural (afasta curioso e atrai comprador)

  • Atalho de confiança (não precisa se explicar tanto)

Na prática, isso muda completamente a prospecção.

Com marcas comuns:

  • O lojista precisa convencer

  • Explicar preço

  • Justificar valor

Com marcas premium:

  • O cliente se aproxima

  • A conversa começa em outro patamar

  • A venda acontece com menos resistência

Prospectar cliente certo fica mais fácil quando a loja fala por si.

Sem marcas premium, a prospecção vira insistência.
Com marcas premium, a prospecção vira convite.

E quem entende isso para de correr atrás de cliente e passa a ser procurado.


Não é sobre vender mais peças.
É sobre vender para as pessoas certas.

E quando isso acontece,
a loja muda de patamar sem gritar, sem baixar preço, sem implorar atenção.


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